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Stand Up Drama

22/03/2010

Histórias reais que desafiam nossas visões de mundo.

Um encontro seu com a sua emoção.

São atores, mas não deixam de ser pessoas como nós, como vocês.
E então? Estão preparados para se emocionar? Então assistam Stand Up Drama! Pois o drama também virou espetáculo.

O espetáculo estreou no dia 10 de março, em uma nova temporada, todas as quartas e quintas-feiras até 01 de abril. O público assistirá quatro ótimos atores relatando histórias que, além de emocionar, também impressionam. São relatos diretos e simples, todos muito diferentes, mas impactantes. O modelo é mesmo do Stand Up Comedy, ou seja, um ator de cada vez, que se apresenta em pé, de cara limpa, sem acessórios, cenários, caracterização. Porém, são depoimentos, testemunhos pessoais, existenciais no estilo Drama.

Uma ervilha pode adquirir, de repente, uma importância que determina a vida de uma pessoa. Ou um tapa no rosto pode acabar com a confiança de uma criança pelo seu pai. Não faltam distúrbios, problemas familiares, ou provas de amor e carinho infinito, ou racismo desenfreado. Histórias que desafiam nossas visões de mundo, casos que revelam as forças misteriosas que atuam em nossas vidas, mentes e corpos, em nossas almas.

O diretor Bob Bahlis buscou adaptar 7 histórias contidas no livro de Paul Auster, “Achei que Deus fosse meu pai”, e uma outra inspirada em um conto do uruguaio Mario Benedetti.

O que resulta do conjunto de tantas e tais histórias? Risos? Choros?
Pode ser que o que mais perturbe seja o silêncio que há entre as palavras, a impossibilidade de se chegar a uma conclusão frente a nossa simples e, ao mesmo tempo, complexa realidade.

Vejam um pequeno trecho da introdução de Paul Auster, do livro “Achei que Deus fosse meu pai”, que explica a escolha das histórias no espetáculo:

“Todos nós temos uma vida interior. Todos nós sentimos que fazemos parte do mundo e, contudo, nos sentimos exilados dele. Todos nós ardemos nos fogos de nossa existência. As palavras são necessárias para expressar o que está dentro de nós (…)

Você tem de estar disposto a admitir que não possui todas as respostas.

Do contrário, jamais terá alguma coisa importante para dizer”.

Informações: 

Datas e horários: 10 de março a 01 de abril, quartas e quintas-feiras, às 21h

Local: Sala Álvaro Moreyra – Centro Municipal de Cultura, Av. Érico Veríssimo, 307.

Capacidade: 100 Lugares

No elenco: Áurea Baptista, Clóvis Massa, Léo Ferlauto e Patsy Cecato
Produção: Bob Bahlis e Valéria Verba
Direção e texto: Bob Bahlis

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