Posts Tagged ‘patsy cecato’

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Gozadas

24/05/2010

O espetáculo Gozadas estará em cartaz na próxima terça-feira, 25, em Porto Alegre!
 
O show de quadros cômicos e variedades será de caráter beneficente para a realização do Caso Especial: 30 segundos Épicos, do núcleo de Dramaturgia do curso de Produção Áudio-Visual da Ulbra.
 
No elenco está Patsy Cecato com a participação especial de Caio Prates e João Carlos Castanha.
 
 
Informações:  
 
Data e horário: 25/05, terça-feira, às 21h
 
Local: Teatro Hebraica (Rua João Telles, 508 – Bom Fim)
 
Ingressos: R$ 10,00 (direto na bilheteria do teatro no dia do espetáculo)
 
 
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Stand Up Drama

18/05/2010

O espetáculo Stand Up Drama volta aos palcos de Porto Alegre, cheio de novidades!

A novidade nessa temporada é a entrada do jovem ator Samuel Reginatto, 17 anos, contando mais duas novas histórias, no elenco do espetáculo. 
Samuel também pode ser visto no cinema (filme do diretor Esmir Filho), e logo estará em cartaz, no novo filme da  gaúcha Ana Luíza Azevedo.

A peça Santa Up Drama é composta por diversas histórias reais que desafiam a nossa visão de mundo. Cinco atores relatam dez histórias que emocionam e impressionam. São relatos diretos e muito simples, todos bem diferentes, mas impactantes.

O espetáculo é executado nos moldes do stand up, ou seja, um ator de cada vez, que se apresenta em pé, sem acessórios, cenários, caracterização. São depoimentos, testemunhos pessoais, existenciais. Uma ervilha pode adquirir, de repente, uma importância que determina a vida de uma pessoa. Um tapa no rosto pode acabar com a confiança de uma criança pelo seu pai. Não faltam distúrbios, problemas familiares, ou provas de amor e carinho infinito, ou racismo desenfreado. Histórias que desafiam nossas visões de mundo, casos que revelam as forças misteriosas que atuam em nossas vidas, mentes e corpos, em nossas almas.

O diretor Bob Bahlis adaptou sete histórias do livro de Paul Auster, Achei que Deus fosse meu pai, e uma inspirada em um conto do uruguaio Mario Benedetti.

No elenco estão Áurea Baptista, Clóvis Massa, Léo Ferlauto, Patsy Cecato e Samuel Reginatto, sob direção de Bob Bahlis.

Informações:

Data e horário: de 14/05 a 6/06, sextas, sábados e domingos, às 20h

Local: Teatro Carlos Carvalho – Casa de Cultura Mario Quintana (capacidade: 100 lugares)

Ingressos: R$ 20,00 (vendidos no local a partir das 18h30, em dias de espetáculo) 

Descontos: 50%: clube do assinante ZH,  estudantes e terceira idade

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Sheila Show, eu fui

15/04/2010

“Bem vindos ao trash”. Essa foi a descrição de Patsy Cecato, que fez uma participação especial domingo passado no espetáculo Stand Up – Sheila Show, que esteve em cartaz no último fim de semana, na sala Álvaro Moreyra. 

A peça é uma mistura de stand up com programa de auditório, nunca abandonando o humor. É uma grande sátira de comerciais de televisão e programas da tv gaúcha. No espetáculo, Sheila Moltz, com o auxílio dos Cara Cats, comanda entrevistas, fala sobre alguns comerciais de tv, chama convidados ao palco, e nem programa de culinária escapa das gozações.

Entre os entrevistados, dá-se destaque à empregada doméstica, que, além de falar sobre sua vida pessoal e profissional, interpreta uma música de uma maneira jamais vista. Outro momento imperdível é quando Vanusa, interpretada por Rafael Albuquerque, entra em cena e canta o hino nacional de uma forma nada convencional… E o programa de culinária, na qual o apresentador, representado por Pingo Alabarce, mostra toda a sua delicadeza e higiene ao preparar um delicioso prato com apenas R$ 10,00. 

Em breve teremos mais informações de quando a peça volta a ficar em cartaz na capital.

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É Stand Up, mas não é Comedy

02/04/2010

Essa era a idéia de Bob Bahlis ao criar o espetáculo Stand Up Drama. Um Stand Up diferente do que estamos acostumados a ver pelos palcos. Esses carregam no nome a palavra Comedy, ou seja, são espetáculos cômicos, engraçados, que muitas vezes nos remetem ao cotidiano. Os artistas do Comedy buscam fazer seu público dar gargalhadas do seu próprio dia-a-dia. 

Já o Stand Up Drama não. Este carrega no nome a palavra Drama, uma palavra pesada, muitas vezes difícil de dizer, pois fomos acostumados a relacioná-la à tristeza, à desgraça. E não devemos deixar de pensar assim! A questão aqui é que Bahlis, ao produzir a peça, não buscou transformá-la em  tragédia grega, e sim, inteligentemente, utilizou um drama sutil, fácil de compreender, tocante e ao mesmo tempo sensível.

No elenco encontramos Patsy Cecato, Clóvis Massa, Áurea Baptista e Léo Ferlauto, representando oito personagens, que contam, separadamente, acontecimentos marcantes de suas vidas. A partir dessas histórias, o espectador passa a repensar pequenas atitudes, mínimos detalhes que, no dia-a-dia passam despercebidos, como um simples sorriso ou uma palavra que, inicialmente parece tão inocente, mas que, na verdade, pode destruir alguém.

E acredito que este seja mesmo o intuito do diretor. Motrar-nos um cotidiano diferente, não tão simples, muito menos cômico, mas um cotidiano mais real, mais difícil de encarar, mais dramático!

Aproveito para parabenizar os atores e o diretor pelo espetáculo que certamente mudará o conceito de Stand Up, nos mostrando que o drama também pode e deve virar espetáculo.

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Stand Up Drama

22/03/2010

Histórias reais que desafiam nossas visões de mundo.

Um encontro seu com a sua emoção.

São atores, mas não deixam de ser pessoas como nós, como vocês.
E então? Estão preparados para se emocionar? Então assistam Stand Up Drama! Pois o drama também virou espetáculo.

O espetáculo estreou no dia 10 de março, em uma nova temporada, todas as quartas e quintas-feiras até 01 de abril. O público assistirá quatro ótimos atores relatando histórias que, além de emocionar, também impressionam. São relatos diretos e simples, todos muito diferentes, mas impactantes. O modelo é mesmo do Stand Up Comedy, ou seja, um ator de cada vez, que se apresenta em pé, de cara limpa, sem acessórios, cenários, caracterização. Porém, são depoimentos, testemunhos pessoais, existenciais no estilo Drama.

Uma ervilha pode adquirir, de repente, uma importância que determina a vida de uma pessoa. Ou um tapa no rosto pode acabar com a confiança de uma criança pelo seu pai. Não faltam distúrbios, problemas familiares, ou provas de amor e carinho infinito, ou racismo desenfreado. Histórias que desafiam nossas visões de mundo, casos que revelam as forças misteriosas que atuam em nossas vidas, mentes e corpos, em nossas almas.

O diretor Bob Bahlis buscou adaptar 7 histórias contidas no livro de Paul Auster, “Achei que Deus fosse meu pai”, e uma outra inspirada em um conto do uruguaio Mario Benedetti.

O que resulta do conjunto de tantas e tais histórias? Risos? Choros?
Pode ser que o que mais perturbe seja o silêncio que há entre as palavras, a impossibilidade de se chegar a uma conclusão frente a nossa simples e, ao mesmo tempo, complexa realidade.

Vejam um pequeno trecho da introdução de Paul Auster, do livro “Achei que Deus fosse meu pai”, que explica a escolha das histórias no espetáculo:

“Todos nós temos uma vida interior. Todos nós sentimos que fazemos parte do mundo e, contudo, nos sentimos exilados dele. Todos nós ardemos nos fogos de nossa existência. As palavras são necessárias para expressar o que está dentro de nós (…)

Você tem de estar disposto a admitir que não possui todas as respostas.

Do contrário, jamais terá alguma coisa importante para dizer”.

Informações: 

Datas e horários: 10 de março a 01 de abril, quartas e quintas-feiras, às 21h

Local: Sala Álvaro Moreyra – Centro Municipal de Cultura, Av. Érico Veríssimo, 307.

Capacidade: 100 Lugares

No elenco: Áurea Baptista, Clóvis Massa, Léo Ferlauto e Patsy Cecato
Produção: Bob Bahlis e Valéria Verba
Direção e texto: Bob Bahlis